"Em Deus ponho a minha confiança, e não terei medo; que me pode fazer o homem?" Salmos 56:11
O pastor Peter Cartwright, era um homem inflexível.
Certa manhã de domingo, quanto estava se preparando para pregar a Palavra do Senhor, foi informado que o General Andrew Jackson estava na congregação e advertido para tomar cuidado com suas palavras.
Logo que iniciou seu sermão, Cartwright falou: "Eu soube que Andrew Jackson está aqui. Aconselharam-se a medir as palavras e não me exceder em minhas considerações. Quero dizer apenas que Andrew Jackson irá para o inferno se ele não se arrepender de seus pecados."
Toda a congregação ficou chocada e aguardava com ansiedade a resposta do General.
Depois da reunião, o General Jackson apertou a mão de Peter Cartwright e disse: "Se eu tivesse um regimento de homens como o senhor, eu poderia sub julgar o mundo."
Estamos completamente equivocados quando julgamos que devemos nos adaptar a certas situações apenas para agradar aos homens.
Devemos sim, amar e respeitar nosso próximo, mas nosso compromisso de verdade e sinceridade precisa estar alicerçado no Senhor.
Quando colocamos nossas vidas diante do altar de Deus, crendo que Ele deve dirigir cada passo que damos e cada atitude que tomamos, podemos ter a convicção de que teremos paz com os homens e perfeita comunhão com o nosso Pai.
Quando viramos as costas para Deus ,apenas para agradar a alguém, achando que com isso estamos avançando em nossos interesses, corremos o risco de não conquistar nada e ainda perde o que já havíamos conquistado.
Ponha sua confiança no Senhor e suas vitórias serão constantes e duradouras.
Este texto foi extraído em toda sua totalidade de e-mail recebido no dia 03/05/2011, de Ademir José Gonçalves dos Santos.
Celula 131 - PIB Curitiba
quinta-feira, 5 de maio de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Como um irmão
Ela sempre estacionava o carro na mesma vaga.
O guardador, sorridente, educado, sempre a cumprimentava.
Por vezes falavam rapidamente, ela perguntava como estava a família, ele respondia. Contava um ou outro problema de saúde que enfrentava.
Por outras vezes comentavam sobre algumas amenidades, sobre o frio, o calor, sobre o perigo da cidade grande, etc.
Ele morava num bairro distante da região metropolitana. Certamente numa casa muito simples - quase uma favela.
Naquele dia ela estava preocupada com ele. Estava muito frio.
Ela lembrou que a vida dela não era fácil, que vinha de muitas dificuldades recentes, mas pensou na vida dele, e que ela deveria ser bem mais complicada.
Nem sempre podia lhe dar algum dinheiro. Dos 5 dias da semana, em média, uma ou duas vezes ela conseguia lhe dar algumas moedas - pensou.
Sabia que ele precisava. Que aquele era seu trabalho digno. Que dali vinha o alimento de seus filhos.
Ela queria poder dar mais. E ele merecia, pois sempre guardava uma vaga especial para ela, sem ela pedir, sem ela merecer - pensava.
Com o coração um pouco apertado, então, resolveu dizer naquele dia:
Olha... Sei que nem sempre lhe dou alguma coisa. Queria poder dar mais, dar sempre, mas, sabe... Não consigo mesmo.
Sei que você é um trabalhador, uma pessoa gentil e educada, e que mesmo eu dando tão pouco, sempre guarda a vaga para mim.
Já vi que existem pessoas que estacionam sempre aqui, que lhe dão sempre um ou até dois reais por vez, mas, eu realmente não consigo - disse ela um tanto embaraçada.
Ele então respondeu, com franqueza e simplicidade:
Dona, olha, eu não guardo sua vaga porque a senhora me dá algum dinheiro, não. Eu preciso de dinheiro, sim, mas não é por isso.
É que a senhora é a única pessoa que fala comigo, que me dá atenção, que me trata como irmão.
Ela calou ao ouvir estas palavras. Sorriu para ele, timidamente, e disse, se despedindo: Então, tá bom.
Foi para o trabalho pensando no que ouvira. Ela nunca havia pensado nisso.
Mas será que ninguém mais fala com ele? Falo tão rapidamente, sobre coisas corriqueiras, nada de mais importante...
Nossa... Será que as pessoas o ignoram? Mesmo o encontrando todos os dias como eu?
Aqueles pensamentos ficaram em sua mente, flutuando o dia todo.
Percebeu que poderia dar algo muito mais importante que as moedas, que o "trocado" de sempre.
* * *
Caridade não significa apenas doação material.
Em verdade, a filantropia é apenas uma pequena porção do mundo da caridade verdadeira.
Vivemos num Mundo, num país, onde ainda há necessidade da ajuda material urgente, sim, mas precisamos entender que não é apenas isso.
As pessoas precisam de auxílio em outras áreas. As pessoas precisam de atenção, de amizade, de alguém que lhes dê carinho.
O alimento da alma fortalece o ser, e assim ele se torna mais apto e preparado para buscar a subsistência material.
Pense nisso.
Este texto foi extraído em toda sua totalidade de e-mail recebido no dia 07/04/2011, de autoria desconhecida.
O guardador, sorridente, educado, sempre a cumprimentava.
Por vezes falavam rapidamente, ela perguntava como estava a família, ele respondia. Contava um ou outro problema de saúde que enfrentava.
Por outras vezes comentavam sobre algumas amenidades, sobre o frio, o calor, sobre o perigo da cidade grande, etc.
Ele morava num bairro distante da região metropolitana. Certamente numa casa muito simples - quase uma favela.
Naquele dia ela estava preocupada com ele. Estava muito frio.
Ela lembrou que a vida dela não era fácil, que vinha de muitas dificuldades recentes, mas pensou na vida dele, e que ela deveria ser bem mais complicada.
Nem sempre podia lhe dar algum dinheiro. Dos 5 dias da semana, em média, uma ou duas vezes ela conseguia lhe dar algumas moedas - pensou.
Sabia que ele precisava. Que aquele era seu trabalho digno. Que dali vinha o alimento de seus filhos.
Ela queria poder dar mais. E ele merecia, pois sempre guardava uma vaga especial para ela, sem ela pedir, sem ela merecer - pensava.
Com o coração um pouco apertado, então, resolveu dizer naquele dia:
Olha... Sei que nem sempre lhe dou alguma coisa. Queria poder dar mais, dar sempre, mas, sabe... Não consigo mesmo.
Sei que você é um trabalhador, uma pessoa gentil e educada, e que mesmo eu dando tão pouco, sempre guarda a vaga para mim.
Já vi que existem pessoas que estacionam sempre aqui, que lhe dão sempre um ou até dois reais por vez, mas, eu realmente não consigo - disse ela um tanto embaraçada.
Ele então respondeu, com franqueza e simplicidade:
Dona, olha, eu não guardo sua vaga porque a senhora me dá algum dinheiro, não. Eu preciso de dinheiro, sim, mas não é por isso.
É que a senhora é a única pessoa que fala comigo, que me dá atenção, que me trata como irmão.
Ela calou ao ouvir estas palavras. Sorriu para ele, timidamente, e disse, se despedindo: Então, tá bom.
Foi para o trabalho pensando no que ouvira. Ela nunca havia pensado nisso.
Mas será que ninguém mais fala com ele? Falo tão rapidamente, sobre coisas corriqueiras, nada de mais importante...
Nossa... Será que as pessoas o ignoram? Mesmo o encontrando todos os dias como eu?
Aqueles pensamentos ficaram em sua mente, flutuando o dia todo.
Percebeu que poderia dar algo muito mais importante que as moedas, que o "trocado" de sempre.
* * *
Caridade não significa apenas doação material.
Em verdade, a filantropia é apenas uma pequena porção do mundo da caridade verdadeira.
Vivemos num Mundo, num país, onde ainda há necessidade da ajuda material urgente, sim, mas precisamos entender que não é apenas isso.
As pessoas precisam de auxílio em outras áreas. As pessoas precisam de atenção, de amizade, de alguém que lhes dê carinho.
O alimento da alma fortalece o ser, e assim ele se torna mais apto e preparado para buscar a subsistência material.
Pense nisso.
Este texto foi extraído em toda sua totalidade de e-mail recebido no dia 07/04/2011, de autoria desconhecida.
terça-feira, 8 de março de 2011
PENSE NISTO...
REUNIÃO DE SACERDOTES DE PRISÕES DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (USA)
CONCLUSÕES DA REUNIÃO:
A religião muçulmana é a que mais cresce em número nos Estados Unidos, especialmente nos grupos minoritários.
No mês passado, assisti à uma classe de treinamento, para manter as minhas condições de segurança no departamento de prisões do estado.
Durante a reunião, foram apresentados três dos intervenientes que dissertaram sobre o tema: Um sacerdote católico, um pastor protestante e um imã (lider religioso) muçulmano, que nos deram diversas explicações. Na minha qualidade de capelão, interessava-me, sobretudo o que o imã islâmico diria.
O imã fez uma completa e detalhada apresentação da sua religião de base do islamismo, apresentando inclusive alguns vídeos.
Depois das apresentações, foi concedido um tempo para perguntas e respostas.
Quando chegou à minha vez, perguntei ao imã: Por favor, corrija-me se me equivoco, mas segundo entendo, a maioria dos imãs e clérigos do islã, declararam a "JIHAD" (guerra santa), contra os infiéis de todo o mundo. De modo que matando um infiel, que é uma ordem para todos os muçulmanos, têm assegurado um lugar no céu. Se assim é... pode dar-me uma definição de infiel?
Sem discutir minhas palavras, o imã disse: "São os não crentes".
Questionei: Permita assegurar-me que o entendi bem: A todos os seguidores de Alá, é-lhes ordenado que matem a todo aquele que não é da sua fé, para poderem ir para o céu? Está correto?
A expressão da sua cara mudou de uma autoridade para a de uma criança apanhada em flagrante a ir à caixa das bolachas. Com ar envergonhado, respondeu: ASSIM É!
Acrescentei: pois bem, senhor imã, tenho um verdadeiro problema quando imagino se o Papa Bento XVI ordenasse a todos os católicos que matassem todos os muçulmanos e que o Dr. Stanley ordenasse a todos os protestantes que fizessem o mesmo para também poderem ir para o céu...
O imã ficou mudo.
Continuei: Também estou com um problema que é ser seu amigo, quando o senhor e os seus colegas dizem aos seus pupilos que me matem. O que preferiria o senhor: a Alá que lhe ordena matar-me para poder ir para o céu, ou a Jesus que me ordena amá-lo, para que eu vá para o céu e que o leve comigo.
Podia-se ouvir cair uma agulha no chão de tanto silêncio, quando o imã inclinou a cabeça de vergonha.
Rick Mathes - Capelão de prisões (USA)
Este texto foi extraído em toda sua totalidade de e-mail recebido no dia 27/02/2011, sem um autor identificado
CONCLUSÕES DA REUNIÃO:
A religião muçulmana é a que mais cresce em número nos Estados Unidos, especialmente nos grupos minoritários.
No mês passado, assisti à uma classe de treinamento, para manter as minhas condições de segurança no departamento de prisões do estado.
Durante a reunião, foram apresentados três dos intervenientes que dissertaram sobre o tema: Um sacerdote católico, um pastor protestante e um imã (lider religioso) muçulmano, que nos deram diversas explicações. Na minha qualidade de capelão, interessava-me, sobretudo o que o imã islâmico diria.
O imã fez uma completa e detalhada apresentação da sua religião de base do islamismo, apresentando inclusive alguns vídeos.
Depois das apresentações, foi concedido um tempo para perguntas e respostas.
Quando chegou à minha vez, perguntei ao imã: Por favor, corrija-me se me equivoco, mas segundo entendo, a maioria dos imãs e clérigos do islã, declararam a "JIHAD" (guerra santa), contra os infiéis de todo o mundo. De modo que matando um infiel, que é uma ordem para todos os muçulmanos, têm assegurado um lugar no céu. Se assim é... pode dar-me uma definição de infiel?
Sem discutir minhas palavras, o imã disse: "São os não crentes".
Questionei: Permita assegurar-me que o entendi bem: A todos os seguidores de Alá, é-lhes ordenado que matem a todo aquele que não é da sua fé, para poderem ir para o céu? Está correto?
A expressão da sua cara mudou de uma autoridade para a de uma criança apanhada em flagrante a ir à caixa das bolachas. Com ar envergonhado, respondeu: ASSIM É!
Acrescentei: pois bem, senhor imã, tenho um verdadeiro problema quando imagino se o Papa Bento XVI ordenasse a todos os católicos que matassem todos os muçulmanos e que o Dr. Stanley ordenasse a todos os protestantes que fizessem o mesmo para também poderem ir para o céu...
O imã ficou mudo.
Continuei: Também estou com um problema que é ser seu amigo, quando o senhor e os seus colegas dizem aos seus pupilos que me matem. O que preferiria o senhor: a Alá que lhe ordena matar-me para poder ir para o céu, ou a Jesus que me ordena amá-lo, para que eu vá para o céu e que o leve comigo.
Podia-se ouvir cair uma agulha no chão de tanto silêncio, quando o imã inclinou a cabeça de vergonha.
Rick Mathes - Capelão de prisões (USA)
Este texto foi extraído em toda sua totalidade de e-mail recebido no dia 27/02/2011, sem um autor identificado
Aceitando a ajuda dos outros.....
"Aceitar a ajuda dos outros é um dos melhores e mais difíceis meios de desenvolver relacionamentos amorosos".
Embora a tendência natural seja querer esconder nossas falhas e exibir nossas melhores qualidades, a humildade de permitir que os outros nos vejam como realmente somos tem o potencial de revolucionar nossas relações. A humildade, como todos os demais traços de caráter das pessoas capazes de amar, vai contra as atitudes mais valorizadas de nossa cultura e reconhece que a prioridade para viver bem é cultivar relacionamentos.
Página 141. Chapman, Gary, 1938. "O amor como estilo de vida"/Gary Chapman [tradução de Maria de Fátima Oliva do Coutto]. Rio de Janeiro: Sextante, 2009.
Embora a tendência natural seja querer esconder nossas falhas e exibir nossas melhores qualidades, a humildade de permitir que os outros nos vejam como realmente somos tem o potencial de revolucionar nossas relações. A humildade, como todos os demais traços de caráter das pessoas capazes de amar, vai contra as atitudes mais valorizadas de nossa cultura e reconhece que a prioridade para viver bem é cultivar relacionamentos.
Página 141. Chapman, Gary, 1938. "O amor como estilo de vida"/Gary Chapman [tradução de Maria de Fátima Oliva do Coutto]. Rio de Janeiro: Sextante, 2009.
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